sábado, 28 de fevereiro de 2009

OS TRABALHADORES LANEIROS NO DISTRITO DE LEIRIA

Clique no link abaixo para ver a dedicatória feita pelo meu amigo Kalidás Barreto, em um livro de sua autoria, com o titulo "Os Trabalhadores Laneiros no Distrio de Leiria", que gentilente me mandou de Castanheira de Pera/PORTUGAL, para o BRASIL, por intermédio de sua filha e seu genro, por ocasião de sua visita recente a este país.

Obrigado amigo Kalidás. Meus parabéns por este seu livro, cujo sucesso tenho a certeza está garantido. Que Deus lhe proporcione saúde e bem estar para continuar a nos dar a oportunidade de virmos a conhecer outras obras de sua autoria.

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Sarzedas do Vasco


Aqui é o chafaris do fundo da rua, nas Sarzedas do Vasco, costruido por meu Pai, Vitorino Tomaz, em 1935, por conta da Camara Municipal, vendo-se a placa de identificação, também elaborada por ele. A senhora de idade que se vê, é a unica daquela época, tia Conceição, ainda viva, esposa do Adelino Carão, cuja residencia se localisa logo ali atraz do chafaris. As demais são descendentes.

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Sarzedas do Vasco

Casa onde nasceu a mãe do amigo Armando Eiras, nas Sarzedas do Vasco. Foi nessa casa que viveram os seus avós, no decorrer de suas vidas.

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Acácio Costa

Posted by PicasaAmigo Acácio, com o primo do Tó Mané, em Petrópolis, quando de sua última visita.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

CANTINHO BRASILEIRO

Entrevista que fiz em 10/3/2003 para o CANTINHO BRASILEIRO, através de seu representante no Brasil, meu grande amigo CARLOS COELHO:
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Cantinho Brasileiro

CIBERENTREVISTA





Carlos Coelho


Para: O Castanheirense
Att. António Manuel Valadas Bebiano Carreira
De:
Carlos Manuel dos Santos Coelho
São Paulo - Brasil
E-mail - carlos.coelho@estadao.com.br


.
CIBERENTREVISTAS
Entrevista com Salvador da Silva Tomaz, aposentado, castanheirense residente no Rio de Janeiro.
E-Mail: salvadortomaz@aol.com
salvadortomaz@terra.com.br
Meu nome é: Salvador da Silva Tomaz, sou natural de Sarzedas do Vasco, concelho de Castanheira de Pera, filho de Victorino Tomaz e Dialina Jorge da Silva, já falecidos. Casei com Ortelina dos Santos Diniz Tomaz ("Tinita") , também natural da Castanheira, em Abril de 1953. Ela era filha de Manuel Diniz e Maria Custódia dos Santos, também naturais de Castanheira de Pera. Seu avô José Tomas, mais conhecido como José da Natária, morava naquela casa encostada com a do Américo Alfaiate. Minha esposa veio para cá juntamente comigo, tendo o nosso casamento se realizado antes do embarque. Ela veio a falecer aqui no Brasil em Maio de 1998.
Salvador Tomaz, que lembranças tem de Castanheira de Pêra?
Muitas e boas, especialmente dos amigos com quem convivi na minha infância, entre eles Júlio da Piedade Henriques, Joaquim Correia Neves (Joaquim do Singral), Eduardo Lidório, e tantos outros que já não se encontram entre nós.
Que história interessante da sua infância em Castanheira de Pêra?
Eu e o Joaquim do Singral (que foi genro do Américo Alfaiate) tivemos uma barraca de vender louças na praça da Castanheira que funcionava a princípio aos domingos, mas que depois foi transferida para os sábados. Era uma distracção muito divertida. Como nós trabalhámos na Fábrica Ceppas dos Esconhais, deixávamos a tomar conta, o Pai do Joaquim e meu irmão Manuel (nessa época com 12 anos) Isso seria o princípio para que no futuro viéssemos a ser comerciantes, mas o destino não quis, porque logo depois vim para o Brasil, continuando como empregado, até à minha aposentadoria.
Recordo também com saudade a minha convivência com seu irmão Eduardo: Foi um grande amigo que tive lá na Castanheira, assim como seu Pai. Do Júlio da Piedade Henriques, com quem trabalhei na Agência Comercial de Representações, de propriedade do Sr. Eduardo Silva (Meu Professor). Lembro do Janeca e do Cursino e tantos outros com quem convivi. José Côvado, um grande amigo. Sebastião Rato e tantos outros que agora minha memória nem lembra mais. José das Bruxas, Chico Pataco, etc., etc.
Porque Manuel Alves Ceppas não quis se radicar no Brasil igual aos irmãos?
Creio que foi por achar melhor dar continuidade à obra de seu Pai, Manuel Antunes Ceppas, relativamente à Fábrica dos Esconhais e também na área da política, onde ocupou diversas vezes a Presidência da Câmara Municipal da Castanheira.
O que acha da Guerra?
O pior possível. Tenho em minha memória os horrores da segunda guerra mundial iniciada em 1939, quando eu tinha 13 para 14 anos. Nessa época eu trabalhava no comércio em Lisboa (Mercearia) e para se conseguir as mercadorias que eram negociadas, a gente tinha que passar noites inteiras nas filas. Tudo que se comprava, especialmente géneros alimentícios, era através de senhas, cuja distribuição era controlada pelo governo. Lá em Castanheira de Pera tinha um departamento na Câmara Municipal, chamado "Comissão Reguladora dos Abastecimentos", na qual eu trabalhei, sob orientação do nosso inesquecível Eduardo Silva. Isto foi por volta de 1945, quando abandonei a carreira de comércio em Lisboa, que naquela época era muito árdua por causa das consequência da guerra. Portugal não entrou na guerra mas por ser um aliado da Inglaterra tinha que colaborar, enviando para lá tudo que os ingleses necessitavam, deixando o nosso povo sofrer com a falta desses produtos. Havia falta de tudo, não só de géneros alimentícios, como de outros produtos. A gasolina era substituída por gasogénio (Um gerador de gaz., utilizando carvão, instalado na traseiras dos automóveis, mas seu funcionamento em relação à gasolina era o pior possível). Então por tudo isso é que eu acho que uma terceira guerra vai ser um verdadeiro desastre, com consequências drásticas para o povo.
O que acha do Governo LULA?
Gostaria que ele fizesse um bom governo. Mas por enquanto ainda não nos mostrou o que é capaz de fazer... a inflação está começando a dar ares de um futuro duvidoso.
Qual a sua opinião da colónia Castanheirense no Brasil?
Na cidade em que resido (Petrópolis, estado do Rio de Janeiro) tem uma grande colónia de Portugueses. porém, Castanheirense, que eu saiba, só eu. No Rio de Janeiro tivemos a Família Ceppas, com um grande agregado, mas que infelizmente a maioria já não está nesta vida.
António Ceppas?
Foi um grande empresário, que junto com seu irmão Franklin Ceppas dirigiram a rede de lojas das "Casas José Silva" espalhadas não só pelo Rio de Janeiro, como também por São Paulo, Belo Horizonte, e outras cidades. Com o seu falecimento, e a direcção da empresa entregue aos descendentes, o grupo veio a sofrer alterações, cujo resultado foi o encerramento de uma grande parte das lojas. Não posso deixar de falar também de seu irmão João Ceppas, que apesar de ter dedicado seu trabalho a outra empresa, foi uma grande figura como empresário.
Meu padrinho Manuel Alves Ceppas Filho, como foi a vida dele no Brasil e na intimidade?
O seu nome era Manuel Barreto Bebiano Ceppas e na intimidade era tratado de "Necas". Veio para o Brasil em 1952, administrar uma fábrica de tecidos em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais (Companhia Industrial Além Paraíba), junto com seus primos Alberto Ceppas de Carvalho e Manuel Barreto, (irmão do Sr. José Barreto) cujos maiores accionistas eram a Família Ceppas. Por volta de 1970 houve uma fusão da Cia Industrial Além Paraíba com o grupo Dona Isabel de Petrópolis, RJ, sendo o "Necas" transferido para Petrópolis, como Director do Grupo. Mais tarde o Grupo veio a sofrer uma intervenção do Banco do Brasil, que nomeou nova directoria. O "Necas" ficou algum tempo efectuando vendas dos produtos das empresas do Sr. José Barreto. Em Abril de 1976 ocorreu o seu falecimento. Ele era casado com D. Carmen Perácio de Freitas Ceppas, ainda viva. Pai de duas filhas, Maria Cristina, morando actualmente no Maranhão, já tendo sido acessora de Roseana Sarney, quando Governadora do Estado. E a outra Ana Maria, exercendo actualmente suas actividades no Rio de Janeiro.
O que me diz Do Visconde Nova Granada?
José Alves Barreto o ultimo dono da Fábrica de fósforos Nova Granada? Não o conheci pessoalmente o que lamento. Mas através do "Necas" obtinha as maiores referências a seu respeito, pelo que o classifico como uma grande personalidade. Meu sogro (Manuel Diniz, que também era da Castanheira), enquanto esteve cá no Brasil trabalhou na Fábrica de Fósforos, sempre que conversávamos a seu respeito também o considerava um grande homem. Meu sogro foi a Portugal para buscar a Família, mas acabou por ser convencido a ficar por lá, tendo-se dedicado ao comércio em Torres Novas.
Seu Pai quem é?
Meu Pai chamava-se Victorino Tomaz, era encarregado de obras, tendo dedicado a maior parte de sua vida como colaborador do Sr. Manuel Alves Ceppas. Uma grande parte da construção da Fábrica dos Esconhais foi administrada por ele. Inclusive a Casa da Criança da Castanheira (obra do Dr. Bissaya Barreto), teve uma grande parte executada com sua supervisão. O seu falecimento ocorreu em Dezembro de 1983, um mês após o falecimento de minha mãe.
Sua Mãe quem é?
O nome de minha mãe era Dialina Jorge da Silva, também natural das Sarzedas do Vasco, tendo falecido em Novembro de 1983.
Qual é o seu ramo de actividade?
Actualmente aposentado (m/ idade 77 anos). Minha actividade foi dedicada a colaborador do seu padrinho (Necas), enquanto ele foi vivo, não só na Fábrica de Além Paraíba (MG), como posteriormente na Fábrica Dona Isabel em Petrópolis. Após o falecimento do "Necas", em 07 de Abril de 1976, prossegui como empregado da Fábrica Dona Isabel, aqui em Petrópolis, até à minha aposentadoria em Junho de 1995. Como a minha vinda para o Brasil, em Maio de 1953, foi providenciada pela Família Ceppas (eu trabalha lá na Fábrica Ceppas, nos Esconhais), sempre pretendi ficar ligado ao Necas, não procurando ser comerciante, como tantos patrícios nossos, que assim conseguiram um futuro melhor. Enfim a nossa vida é assim mesmo. O nosso futuro é traçado por Deus,
O que lhe diz Castanheira de Pêra?
Um lugar do qual temos as melhores recordações. Sempre que tenho oportunidade recomendo sua visita aos meus amigos que vão passear a Portugal.
Foi a Castanheira de Pêra recentemente? Se não foi vá porque está muito linda.
A última visita que fiz a Castanheira foi em Outubro de 1994. Minha esperança está viva para um dia poder recitar aqueles versos que recentemente lhe enviei, cujo final é:
"Espero um dia a hora de regressar à terra que me viu nascer e que abandonei, mas não foi por mal, e um dia gritarei bem alto, já regressei, já estou em Portugal"
Mas eu estou sempre a par dos acontecimentos na Castanheira, não só pelo nosso O Castanheirense, como também através de minha família (Tenho uma irmã e esposo morando nas Sarzedas e um irmão e esposa morando em Lisboa, além de sobrinhos).
O que acha dos descendentes de portugueses no Brasil?
Eles se consideram Portugueses, como nós, pelo menos é essa a experiência que eu tenho de meu filho e parentes que possuo no Rio de Janeiro, descendentes do Sr. Danilo Tomás, que foi filho do Sr. José Tomás, mais conhecido na Castanheira como José da Natária, conforme já me referi anteriormente.
Que recordação tem do Esconhais?
Muito boas. Trabalhei na Fábrica Ceppas de Janeiro de 1946 até quando vim para o Brasil em Abril de l953. A convivência com Snr. Ceppas e sua Família, especialmente sua esposa D. Delmira foi óptima. O mesmo com Sr. Fausto Ceppas, D. Alda e Dr. Campos. Trabalhei lá sob orientação do Sr. Eduardo Silva foi um grande mestre, me tendo proporcionou grandes conhecimentos. Tive um grande colega: O Joaquim Correia Neves, mais conhecido como Joaquim do Singral. Sr. José Ermida que comprou um automóvel e que me usava como seu motorista.
Quantos nomes de Castanheira de Pêra têm ligado à Beneficência Portuguesa do Rio de Janeiro?
Dentro de meu conhecimento, António Ceppas e Franklin Ceppas.
Na sua opinião porque a Fábrica Ceppas em Castanheira de Pêra não teve seguidores?
Os seguidores seriam o "Necas" e seu irmão Fausto Ceppas. O "Necas " veio para o Brasil, tendo o Fausto ficado na Fábrica seu Pai. Entretanto, estabeleceu-se a crise na indústria de lanifícios na Castanheira, que obrigou o encerramento de suas actividades, como aconteceu com uma grande parte das Fábricas da Castanheira.
A Casa José Silva onde eu fui empregado de 1956 a 1958, não teve seguidores?
Com o falecimento dos irmãos António Ceppas e Franklin Ceppas, os seus sucessores mudaram os rumos do seu destino, cujo fim foi praticamente sua extinção. é de lamentar que uma rede de lojas daquele porte tenha se extinguido.
Diga alguma coisa sobre o Brasil *Celeiro do Mundo onde tanta gente passa fome*?
Não dá para agente entender que um País como é o Brasil esteja nesta situação. Está faltando um bom governo. Vamos ver se o Lula consegue vencer essa batalha.
10/03/2003


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

CASTANHEIRA DE PERA

Relativamente à postagem imediatamente anterior, cliquem sôbre o texto para ampliar, facilitando a sua leitura.

CASTANHEIRA DE PERA


Oração dos Enfermos


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Família

Da direita para a esquerda: Eu, o filho, os compadres, e a neta.
Local:Petrópolis, em frente ao palácio quitandinha
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Pescaria

Meus tempos de pescador em Além
Paraíba (1960 !!!!) (MG).
Eu sou o primeiro da
esquerda.
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FAMILIA

Necas (Manuel Ceppas), meu irmão Manuel, meus Pais e minha avó (Mãe de minha mãe).
Foto feita à volta de 1966.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

CARNAVAL NO RIO DE JANEIRO

Carnaval de 2009 na Marquês de Sapucaí - Rio de Janeiro.
Na imagem: Dona Mariza (1ª dama); Eduardo Paes (Prefeito do Rio); Presidente Lula; e Cabral (Governador do Rio). Momento do desfile da Escola de Samba Império.
Pela empolgação, certamente que a exibição estava boa !!!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

CARNAVAL NA CASTANHEIRA

Foto do amigo Searas, por ocasião do desfle na praça.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

NOVELA


A TV Globo está exibindo uma novela no horário das 21h15m, com o titulo CAMINHO DAS INDIAS.
Os textos abaixo ajudarão muito a entender o que é a vida na India, e é com essa finalidade que me dispus a colocar aqui uma cópia extraída da Revista da TV , deste domingo, dia 15/2/2009, com detalhes sôbre esse assunto.
Página 1
Página 2


Página 3

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Família Ceppas

Sr. António Ceppas (de oculosCor do texto escuros) com alguns de seus colaboradores, entre êles o Sr. Alberto Ceppas (no canto de baixo, da esquerda), e Sr. Francelísio Ferreira Leal (em pé com papel na mão), por ocasião da inauguração de uma de suas lojas no Rio de Janeiro. Tanto o Sr. Alberto Ceppas como o Sr. Leal, foram também diretores da Cia. Industrial Além Paraíba, de Minas Gerais, fábrica textil, na qual eu trabalhei durante vários anos, alguns como diretor.
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Família Ceppas

Posted by PicasaMais outra dedicatória.
Posted by PicasaDedicatória que guardo com muito carinho, feita pelo Necas (Manuel Ceppas, filho).

FAMILIA

Posted by PicasaSalvador e sua neta Larissa

FAMILIA

Salvador e sua neta.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Família

Eu, minha nora, e um dos cachorros.

SALVADOR

Eu, à volta de 1948, com mais ou menos 23 anos.
E aqui , ainda eu, como estou atualmente, com 83 anos.
Como a gente muda !!!!! Mas é uma felicidade ainda estarmos por cá.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Dicionário da Ternura

DICIONARIO DA TERNURA

Vocabulário para os netos e AMIGOS
Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amigo:
É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar
o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo
Ciúme:
É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira
que a tratamos.
Doutrinação:
É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Entendimento:
É quando um velhinho caminha devagar na nossa frentee a gente estando apressado não reclama.
Evangelho:
É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução:
É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscarquem ficou para trás.
Fé:
É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Filhos:
É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la.
Fome:
É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Fé:
É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Filhos:
É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la
Fome:
É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Inimizade:
É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Inveja:
É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lágrima:
É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Lealdade:
É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Mágoa:
É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade:
É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Mediunidade com Jesus:
É quando a gente serve de instrumento em uma comunicação mediúnica e a música tocada parece um noturno de Chopin.
Morte:
Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.
Netos:
É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Obsessor:
É quando o Espírito adoece,manda embora a compaixão e convida a vingança para morar com ele.
Ódio:
É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Paz:
É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Perdão:
É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais a teria.
Perfume:
É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Pessimismo:
É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Preguiça:
É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Raiva:
É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Reencarnação:
É quando a gente volta para o corpo, esquecido do que fez, para se lembrar do que ainda não fez.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo:
É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Simplicidade:
É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Sinceridade:
É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Solidão:
É quando estamos cercado por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Ternura:
É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade:
É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

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Do Livro:
"O homem que veio da sombra"
de Luiz Gonzaga Pinheiro

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

KALIDÁS BARRETO

De: Provedor
Data: 10/2/2009 14:52:54
Para: Salvador Tomaz
Assunto: RE: Os trabalhadores laneiros do distrito de leiria

Meu caro amigo,
Consegui arranjar um exemplar quer vou enviar pela minha filha Ana Isabel, que na 6f, 13 de Fevereiro se desloca com o marido a São Paulo, onde os espera o meu cunhado Carlos Costa.
Um abraço amigo,
Kalidás
Kalidás Barreto
Provedor
Gabinete do Provedor

Tel.: 21 00 27 197
Fax: 21 00 27 179
P
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Muito obrigado meu amigo Kalidás. É muita gentileza sua. Faço votos que sua filha e seu marido façam boa viagem e que aproveitem o melhor possível sua estadia nestas bandas de cá. E claro, seria um grande prazer para mim que viessem conhecer Petrópolis a cidade que me acolheu há 38 anos. Mas se isso for impossível, não deixarei de contacta-los.

Um grande abraço, extensivo a sua família,
SALVADOR

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

EU APRENDI

EU APRENDI . . .
. . . Que a melhor sala de aula do mundo está aos pés de
uma pessoa mais velha.
. . . Que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
. . . Que ter uma criança adormecida em seus braços é um dos
momentos mais pacíficos do mundo.
. . . Que só se deve dar conselho em duas ocasiões: Quando é
pedido ou quando é caso de vida ou morte..
. . . Que eu sempre posso rezar por alguém quando não
posso ajudá-lo de alguma forma.
. . . Que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada
um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto.
. . . Que dinheiro não compra “classe".
. . . Que são os pequenos acontecimentos diários que tornam
a vida espetacular.
. . . Que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa que deseja
ser apreciada e amada, e não sabe se manifestar.
. . . Que se Deus não fez tudo num só dia, o que me faz
pensar que eu possa?
. . . Que ninguém é perfeito até que você se apaixone por
essa pessoa.
. . . Que eu gostaria de ter dito a minha mãe que a amava,
uma vez mais, antes dela morrer.
. . . Que as oportunidades nunca são perdidas, alguém vai
aproveitar as que você perdeu.
. . . Que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar
sua aparência.
. . .Que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas está
permitindo que essa pessoa continue a magoar você.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Alegria

A vida não se mede pela quantidade de anos que se vive . . .
mas sim pela quantidade de alegria que se distribue.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

TIA AURORA

Tia Aurora da Balsa, por ocasião de seu passeio pelo norte de Portugal, do qual parciciparam também o amigo Jorge Ferreira e sua esposa, bem como o primo Osório e sua esposa, em Dezembro do ano passado





sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

VELHINHOS NO BRASIL . . . .

Verso do cartão postado abaixo, para facilitar a leitura na forma ampliada.

ESTACIONAMENTO GRATUITO (No Brasil)

Previlégios dos "velhinhos" no Brasil

Frente
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Verso

Caros amigos, especialmente os de Portugal, os velhinhos cá no Brasil, e eu sou um dêles, temos diversos previlégios. A imagem acima, que representa um cartão para trazer no carro, dá-nos o deireito de estacionar, gratuitamente, nos lugares sugeitos a pagamento, e em vagas de estacionamento rotativo, o veículo que estivermos usando. Sua validade de um ano, mas renovável, é para todo o território nacional, inclusivé aí em São Paulo, amigo Carlos.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

COMIDA BAIANA EM PETRÓPOLIS



Meus votos de sucesso para vocês, Ana Maria e Mariana de Magalhães, com a vossa comida Baiana. Com certeza que o sucesso está garantido. Já provei o acarajé, gostei muito. Obrigado.

PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

Caros Amigos: O motivo da publicação deste recorte de "O GLOBO" de hoje não é a Belezoca que aparece em primeiro plano, mas sim a notícia que se encontra no canto superior esquerdo....te cuida Prefeito do Rio de Janeiro. O nosso Durão Barroso pode tomar o seu lugar !!!!
(Clique sôbre o recorte para fazer sua ampliação)