" ESTE É O CARA ", QUE PODE TRANSFORMAR NOSSOS CORAÇÕES , POIS COM SEUS EXEMPLOS PODEREMOS NOS TRANSFORMAR E ASSIM TRANSFORMARMOS O MUNDO !!!! OU MELHOR , AGUARDAR A GRANDE TRANSFORMAÇÃO DO PLANETA. QUE SEJAMOS MERECEDORES DE PERMANECER NO GRANDE PLANETA DE REGENERAÇÃO. QUE 2013 SEJA DE MUITA PAZ E MUITA LUZ.UM BEIJO NA ALMA !!!!
EIS O HOMEM, DISSE PILATOS - AO FALAR DE JESUS !!! Em química, Ele converteu a água em vinho;
Em biologia, nasceu sem a concepção normal;
Em física, desmentiu a lei da gravidade, quando andou sobre as águas e subiu aos céus;
Em economia, Ele refutou a lei da matemática ao alimentar 5000 pessoas com somente cinco pães e dois peixes;e ainda fazer sobrar 12 cestos cheios.
Em medicina, curou os enfermos e os cegos sem administrar nenhuma dose de medicamento
A história é contada antes DELE e depois DELE, Ele é o PRINCÍPIO e o FIM; Ele foi chamado Maravilhoso, Conselheiro, o Príncipe da Paz, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores;
Na religião, disse que ninguém vem ao Pai senão por Ele;
Ele é o único caminho;
Então... Quem é Ele? Ele é Jesus! Os olhos que leem esta mensagem não temerão o mal. A mão que enviar esta mensagem, não trabalhará em vão. E a boca que diz amém a esta oração sorrirá sempre. Permanecerá em Deus e buscará seu rosto sempre. AMÉM!!! O maior homem da história: Jesus!!! Ele não tinha servos e, no entanto, O chamavam de Senhor. Não tinha nenhum grau de estudo e, no entanto, O chamavam de Mestre.
Não tinha medicamentos, mas era chamado de médico.
Ele não tinha exército, mas reis O temiam...
Ele não ganhou batalhas militares e, no entanto, conquistou o mundo! Ele não cometeu nenhum delito e, no entanto, foi crucificado.
Foi enterrado em uma tumba e, no entanto, Ele vive!!! Me sinto honrado em servir a este líder que nos ama!Se você crê Nele, reenvie esta mensagem. Fará bem a muitas pessoas.
Se você não O buscar, com certeza Ele irá procurá-lo!
SÃO PAULO – Muitos turistas gostam de viajar para conhecer locais e monumentos famosos, como Paris, New York, Londres, entre outros. No entanto, o Brasil possui vários lugares tão bons para viajar quanto cidades internacionais. Confira a lista feita pelo site TripAdvisor dos dez melhores destinos no Brasil:
Rio de Janeiro: a cidade tem praias conhecidas internacionalmente, mas além do sol e água de coco, o Rio também oferece aos visitantes museus, teatros e arquiteturas do período do império. Para aqueles que preferem os passeios mais tradicionais, é possível visitar o Cristo Redentor e subir o Pão de Açúcar de bondinho.
No Rio, o turista pode aproveitar praia e natureza (Divulgação)
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo de São Paulo, de acordo com o site Decolar.com, varia de R$ 190 a R$ 1.920, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 25 a R$ 1.108.
Florianópolis: de acordo com o site, a cidade foi nomeada como o melhor lugar para se viver. O local é perfeito para que gosta da combinação praia, surfe e frutos do mar. Como ponto turístico, o viajante pode conhecer as fortificações coloniais e museus.
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo de São Paulo, varia de R$ 276 a R$ 1.016, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 113 a R$ 584.
São Paulo: a cidade que não dorme é um bom destino para aqueles que gostam de comer. Os turistas encontram diversos tipos de restaurantes que servem pratos típicos do mundo inteiro. Mas além disso, o local ainda possui museus, teatros, cinemas, bares, baladas, parques, entre outras atividades que não deixa ninguém parado.
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo do Rio de Janeiro, varia de R$ 527 a R$ 1.934, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 25 a R$ 1.560.
Búzios: ao contrário de São Paulo, Búzios é um lugar para quem que descansar e aproveitar a natureza. Existem praias para surf, para mergulha, para relaxar e para curtir a agitação da cidade. Além de ilhas e mirantes.
Uma passagem para a o Aeroporto de Cabo Frio, porque a cidade não possui aeroporto, de ida e volta para uma pessoa, saindo do São Paulo, varia de R$ 1.100 a R$ 1.620, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. De lá é possível ir de carro, táxi ou ônibus, o trajeto é em torno de 30 minutos. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 40 a R$ 811.
Salvador: a cidade de abrigou a Família Real é famosa pela música, culinária e arquitetura influenciadas pelos africanos. Além de atender diversos gostos de turistas, Salvador possui a agitação do Carnaval e shows de axé, praias e museus e igrejas.
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo do Rio de Janeiro, varia de R$ 540 a R$ 4.551, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 35 a R$ 473.
Foz do Iguaçu: o local é uma das maiores atrações turísticas do Brasil e a capacidade de fluxo de suas famosas cataratas é três vezes maior que a das Cataratas do Niágara. Situadas no Parque Nacional do Iguaçu, lar de um impressionante número de pássaros, as cataratas marcam a fronteira entre Brasil e Argentina. É possível sobrevoar as cataratas de helicóptero ou fazer um voo de ultraleve sobre o lago e ver a Represa de Itaipu, no Rio Paraná, a linha divisória entre o Brasil e o Paraguai.
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo de São Paulo, varia de R$ 618 a R$ 1.871, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 36 a R$ 731.
Paraty: a pequena cidade colonial é um monumento histórico nacional com prédios bem preservados em suas ruas de pedestres. Vale a pena o turista sair de barco pela baía até as inúmeras ilhas e enseadas próximas.
Uma passagem para a o Aeroporto de São José dos Campos, porque a cidade não possui aeroporto, de ida e volta para uma pessoa, saindo do São Paulo, custa R$ 151, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. De lá é possível ir de carro, táxi ou ônibus. Porém, é mais fácil ir de carro ou de ônibus direto. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 108 a R$ 447.
Manaus: a cidade oferece uma rica variedade de natureza, cultura, arte e culinária. O visitante pode explorar a vegetação da floresta amazônica em uma excursão guiada de mochila ou no rio. Além de poder aproveitar uma ópera no Teatro de Ópera do estado do Amazonas.
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo de São Paulo, varia de R$ 1.891 a R$ 5.088, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 32 a R$ 742.
Bonito: o turista pode aproveitar as águas cristalinas do local para praticar snokel, ou então se aventurar no Circuito Arvorismo, um labirinto de caminhos que permitem que você ande nos topos das árvores.
Uma passagem para a cidade de ida e volta para uma pessoa, saindo de São Paulo, varia de R$ 141 a R$ 958, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 32 a R$ 371.
Trancoso: as praias são de areias brancas e piscinas naturais criadas por recifes de corais. Já a cidade possui casas de barro colorido que dão clima boêmio ao destino que antes era rústico.
Uma passagem para a o Aeroporto de Porto Seguro, porque a cidade não possui aeroporto, de ida e volta para uma pessoa, saindo do São Paulo, varia de R$ 353 a R$ 2.867, dependendo da companhia aérea e quantidade de escalas. De lá é possível ir de carro, táxi ou ônibus. Já a diária do hotel, também para uma pessoa, varia de R$ 276 a R$ 1.746.
Os mexilhões fazem parte da dieta dos países europeus onde se encontram naturalmente. Em Portugal, a forma mais típica como os pescadores a consumiam era assado sobre brasas, sobre uma telha . Os Mexilhões são também conhecidos como mariscos. São moluscos, de até seis centímetros de comprimento, casca escura, de cor castanha escura a preta envolvendo a carne avermelhada ou cor de creme. No Nordeste do Brasil, o sururu, um tipo de mexilhão, chega a oito centímetros. É muito importante que se saiba reconhecer se o produto está fresco, pois é grande o risco de intoxicações por mariscos. Ao comprá-los com casca, é fácil verificar seu estado: só adquira aqueles que tiverem as conchas fechadas. Há mariscos de mar e mariscos de mangue. Estes são os melhores, visto que são mais fáceis de limpar e têm menos areia.
O site abaixo refere-se a um BLOG contando a história de um industrial dono de diversas Empresas, que vale a pena perder alguns minutos para tomar conhecimento. O meu interesse em colocar a cópia desta postagem se prende ao fato de minha atividade ter sido ligada á indústria têxtil, porém em proporção muito e muito inferior á da história em foco. Parabéns ao titular do Blog, cujo nome é "Restos de Coleção", pela forma como se expressa na apresentação da história.
SÃO PAULO - A religião sempre foi um negócio rentável, inclusive no
Brasil. Ainda que no País a maioria se considere católica, com aproximadamente
123,2 milhões de pessoas, um pregador evangélico pode ganhar muito com seus
seguidores Brasil afora.
O número de evangélicos protestantes no País subiu de 15,4% para 22,2%
em apenas uma década. Quem ganha com isso? Segundo a Forbes, os pastores evangélicos.
Pastor Edir Macedo é o mais rico do Brasil, com uma fortuna estimada
pela Forbes de R$ 1,9 bilhões (divulgação)
A publicação americana levantou o patrimônio dos principais pastores
evangélicos brasileiros e fez uma lista dos cinco mais ricos do País. Veja
abaixo:
1. Edir Macedo
O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, que também tem templos nos
Estados Unidos, é de longe o pastor mais rico no Brasil, com um patrimônio
líquido estimado pela Forbes de US$ 950 milhões, ou cerca de R$ 1,9 bilhão.
Macedo é escritor evangélico e já vendeu mais de 10 milhões de livros,
todos ligado à religião. Seu grande investimento, porém, foi realizado na
década de 80, quando adiquiriu o controle da emissora de televisão Rede Record,
atualmente a segunda maior emissora do Brasil. Seus outros bens, segundo a
Forbes, seria o jornal Folha Universal, o canal de notícias Record News,
empresas do ramo musical, entre outros.
2. Valdemiro Santiago
Após ter sido expulso da Igreja Universal do Reino de Deus, por algum
desentendimento com Macedo, Santiago fundou sua própria igreja, chamada Igreja
Mundial do Poder de Deus, que tem mais de 900 mil seguidores e 4 mil templos.
Segundo estimativa da Forbes, seu patrimônio líquido é de US$ 220 milhões, ou
aproximadamente R$ 440 milhões.
3. Silas Malafaia
Líder da Assembléia de Deus, maior igreja pentecostal do Brasil. O pastor está
constantemente envolvido em escândalos relacionados à comunidade gay. “Ele é
defensor de uma lei que poderia classificar o homossexualismo como uma doença e
é uma figura proeminente no Twitter, onde tem mais de 440 mil seguidores”, disse
a publicação.
A Forbes estima que sua fortuna esteja em US$ 150 milhões, ou R$ 300
milhões. O site também afirmou que Malafaia lançou uma campanha chamada “O
Clube de Um Milhão de Almas”, que pretende levantar R$ 1 bilhão para sua
igreja, a fim de criar uma rede de televisão global, que seria transmitida em
137 países.
“Os interessados em contribuir com a campanha podem doar quantias a
partir de R$ 1 mil, valor que pode ser pago em prestações. Em troca, os
doadores receberão um livro”.
4. RR Soares
Segundo o site, Romildo Ribeiro Soares, ou RR Soares, é o mais ativo em
multimídia entre os pregadores evangélicos. O religioso é compositor, cantor e
televangelista. Como fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, Soares
é um dos rostos mais conhecidos na televisão brasileira.
Com isso, sua fortuna estimada pela Forbes, é de US$ 125 milhões, ou R$
250 milhões.
5. Estevam Hernandes Filho e sua
esposa Sonia
Os fundadores da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, Apóstolo Estevam
Hernandes Filho e sua esposa, Bispa Sonia, supervisionam mais de mil igrejas no
Brasil e no exterior, incluindo a Flórida. Juntos, o casal tem um
patrimônio líquido estimado pelo site em US$ 65 milhões dólares, ou R$ 130
milhões.
A publicação ainda lembra que em 2010, o astro do futebol brasileiro,
Kaká, que era amigo do casal e membro da igreja, deixou a instituição, alegando
que sua liderança fazia mal uso do dinheiro. Segundo informações, Kaká teria
doado mais de R$ 2 milhões para a igreja quando era membro.
CASA ARRUMADA Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra ci...rculação e uma boa entrada de luz. Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas... Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida... Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa. E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança. Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto... Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda. A que está sempre pronta pros amigos, filhos... Netos, pros vizinhos... E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia. Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente. Arrume a sua casa todos os dias... Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela... E reconhecer nela o seu lugar.
Trata-se de um BLOG com comentário sobre CASTANHEIRA DE PERA , região de Portugal de onde sou natural, comentários esses que gostaria levar ao conhecimento de meus leitores, especialmente os daquela região.
O texto abaixo, de autoria do Dr. Drauzio Varella, publicado no jornal FOLHA DE SÃO PAULO, do dia 12 do mês em curso, é muito curioso. Por se tratar de um assunto passado em PORTUGAL, de onde é natural o titular deste BLOG, tomei a iniciativa de o transcrever a seguir
12/01/2013 - 03h00
Melancolia lusitana
Entrei no táxi, dei o endereço e desejei bom-dia ao motorista.
- E pode havê-lo para algum cristão, com a crise que estamos a passar?
Era um senhor com mais de 70 anos, baixo e atarracado como meu avô materno. Vestia calça mescla, malha grossa, paletó de lã e o boné típico dos portugueses mais velhos. Respondeu com tamanho mau humor que resolvi ser genérico:
- Saiu o sol. Esquentou um pouco em Lisboa.
- Que adianta? Amanhã chove e esfria tanto que não se pode pôr a cara na rua.
Dei o caso por perdido, e fiquei quieto.
Poucos quarteirões à frente, uma passeata mais barulhenta do que numerosa, com apitos, tambores e bandeiras, interrompeu nossa passagem. Eram membros de um sindicato de empregados do setor de diversões. Uma das faixas dizia: "Veja no que deu. Salazar volte, estás perdoado".
Virei-me para o taxista:
- O senhor viveu nos tempos de Salazar. Um país fechado, sem liberdade, não era pior?
- Depende. Metiam-se muito na vida das pessoas, de fato. Na rua, para acender um cigarro com isqueiro havia de se ter uma autorização por escrito. Mas, faziam-no por quê? Para proteger as fábricas de fósforos, que eram do Estado. Dentro de casa, podíamos acender do jeito que entendêssemos.
Em seguida, contou uma história de sua infância, que parecia extraída das páginas de Tchékhov.
Aos sete anos, ele vivia com a família numa pequena aldeia de Trás-os-Montes, no norte do país, sem energia elétrica nem saneamento; a água precisava ser recolhida de um poço na vizinhança, com corda e manivela. Menino magrinho, era ele o escalado para limpar o poço, o que significava entrar na caçamba e descer ao fundo para executar a tarefa, enquanto o pai manejava a engrenagem.
O problema é que, à medida que o balde descia, o menino era tomado por uma crise de pânico que o fazia tremer de medo de nunca mais sair daquele buraco escuro. Enquanto o pai não o içava de volta, não chegava ao fim o desespero.
Perguntei se, na mesma aldeia, o povo não começou a viver melhor depois da Comunidade Europeia. Respondeu que sim, mas:
- Aos sete anos eu nada tinha, no entanto nada devia. Hoje, meu neto mora numa casa com água, luz e telefone, mas aos três anos já deve 40 mil euros, que é o valor da dívida per capita neste país.
Em seguida, perguntou se havia cabimento conviver com uma taxa de desemprego de 16%; número que chega a 39% na população abaixo de 25 anos. E acrescentou:
- Com um desemprego desses, eu nunca poderia ter me mudado para Lisboa aos 20 anos.
- Sua vida era boa naquela época?
- Diziam que eu era um rapaz bonito. Solteiro, com trabalho e sem responsabilidade, eu vivia para copos e putas.
Passamos por um largo repleto de senhores de idade, baixos, de boné e paletó de lã, como réplicas do meu interlocutor. Conversavam em voz baixa e jogavam baralho; um ou outro mais exaltado talvez falasse de política.
O taxista quis saber se eu conhecia aquele lugar. Eu disse que não.
- Podes ver, há ali uma placa colocada em 1992: "Jardim das Pichas Murchas".
O nome insólito foi dado por um tal Carlos Vinagre, frequentador da "leitaria do Zé, o Patudo", assim batizada em homenagem às dimensões do pé do proprietário.
Como no largo em frente se juntavam os mais velhos das redondezas, o espírito comunitário de Carlos conseguiu que lá instalassem algumas mesas para distrai-los com o dominó e a sueca.
Quando chegávamos ao destino, perguntei se a crise diminuiu o movimento dos táxis.
- Todos dizem que caiu 70%, mas para mim foram 75%. E mais seria, não fosse o turismo.
Os turistas eram os responsáveis pela mudança de seu horário de trabalho. Rodava até mais tarde para transportar o pessoal que vai às casas noturnas. Citou o nome das três mais famosas: uma delas especializada em stripteases e as outras duas em "moças cheias de más intenções". Segundo ele, o movimento da primeira era bem menor:
- Quem quer ver mulheres a tirar a roupa, sem poder tocar-lhes?
Drauzio Varella é médico cancerologista. Por 20 anos dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer. Foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil e do trabalho em presídios, ao qual se dedica ainda hoje. É autor do livro "Estação Carandiru" (Companhia das Letras). Escreve aos sábados, a cada duas semanas, na versão impressa de "Ilustrada".
Enquanto suturava um ferimento na mão do velho Adriano Moreira, cortada por um caco de vidro indevidamente jogado no lixo, o médico e o paciente começaram a conversar sobre o país, o governo e, fatalmente, sobre o Passos Coelho. O bom velhinho disse: "Bom, o senhor sabe... o Passos Coelho é como uma tartaruga em cima dum poste...". Sem saber o que o Adriano quis dizer, o médico perguntou o que significava uma tartaruga em cima dum poste. E o Adriano respondeu: É quando o senhor vai por uma estradinha, vê um poste e lá emcima tem uma tartaruga tentando equilibrar-se.
Isso é uma tartaruga num poste".
Diante da cara de interrogação do médico, acrescentou:
Você não entende como ela chegou lá; Você nem quer acreditar que ela esteja lá; Você sabe que ela não subiu para lá sozinha; Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá; Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto lá estiver; Você não entende porque a colocaram lá; Então tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá, e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o lugar dela.”
Hoje tomo a liberdade de mostra-lhes um BLOG, cujo titulo é "RESTOS DE COLEÇÃO", que vale a pena perder uns poucos minutos para ver. È muito interessante e parabéns ao seu titular.
Os Três Reis Magos, ou simplesmente Reis Magos ou Magos (emgrego: μάγοι, transl.magoi), na tradição cristã, são personagens que teriam visitado Jesus logo após o seu nascimento, trazendo-lhe presentes. Foram mencionados apenas no Evangelho segundo Mateus,[1] onde se afirma que teriam vindo "do leste" para adorar oCristo, "nascido Rei dos Judeus". Como três presentes foram registrados, diz-se tradicionalmente que tenham sido três, embora Mateus não tenha especificado seu número.[2] São figuras constantes em relatos do natividade e nas comemorações do Natal. Ver o vídeo sobre esse lindo tema de nossa religião.
Antigamente tudo era melhor... O mundo, hoje, vai mal... O governo só faz política... A Prefeitura é inoperante... A própria igreja estacionou... O carro não pega... A minha promoção não sai... O sinal ainda tá fechado... Meu time perdeu... Que calor insuportável... Minha mulher só reclama... Os amigos sumiram... E por aí vai. Mas veja o vídeo para tirar uma melhor conclusão
Através da Internet acabei de receber a carta aberta, escrita por um Senhor de nome
José Nogueira Pardal, que não conheço. Pelos argumentos dessa carta, muito bem escrita, tomei a liberdade de colocar cópia neste BLOG, proporcionando assim aos meus visitantes tomarem conhecimento de seu conteúdo.
A poucos dias de completar 75 anos, a vida ensinou-me a não perder tempo com indivíduos arrogantes, incompetentes, ignorantes ou incoerentes daí, eu próprio, não entender a razão de estar a escrever-lhe, mas sinto que é um imperativo de consciência que dita esta carta.
Nasci um ano antes do início da segunda guerra mundial (se refiro o ano é apenas porque duvido que o senhor fosse capaz de, pelo facto de errar todas as contas, conseguir, a partir da minha idade, chegar ao ano do meu nascimento) e portanto, ainda miúdo, senti, embora as não vivesse, bem de perto a fome e a miséria. Sou natural de Aljustrel e como algum tempo depois do início da guerra a mina, sustento económico da vila, cessou a actividade, vi gente, muita gente, com fome, a alimentar-se de bolotas ou a comer açorda de coentros e alho, aquilo a que os restaurantes que o senhor deve frequentar chamam de sopa alentejana, sem azeite, ou seja, pão molhado em água a ferver. Anos depois imaginei que tal situação não viria a suportar-se mais no meu país mas, infelizmente o caminho que o senhor está a trilhar e a querer obrigar os portugueses a seguir conduzirá inexoravelmente a uma situação de miséria bem pior do que a que os portugueses já suportaram.
Em Outubro de 1945, alguns meses depois do fim da guerra, entrei pela primeira vez na escola e se lembro esse primeiro dia de aulas é pelo enorme pavor que tenho de que a história se repita.
Na parede fronteira às carteiras estava um crucifixo ladeado por 2 retratos, um senhor de bigode e fardado e um outro que estava de perfil com um nariz grande. Depois de algumas palavras a professora perguntou: Algum de vocês sabe de quem são as fotografias que ladeiam o crucifixo? O “Padreca” alcunha dum moço filho da maior beata da terra e, ao que se dizia, do padre, daí a alcunha, respondeu: São os dois ladrões que foram crucificados com Jesus Cristo. A professora exaltou-se e terminou a arenga dizendo que um retrato era do general Carmona, assim, sem senhor nem nada, Presidente da República e o outro de sua excelência o Senhor Dr. António de Oliveira Salazar, digníssimo presidente do conselho. Não sei se foi premonição se pelo ar da professora o certo é que embirrei logo com o “pencudo” que mais tarde viria a odiar. Porque refiro isto? Porque tenho receio de que os meus netos entrem numa sala de aula onde, no lugar do “pencudo”, estejam as olheiras de Vossa Excelência. Este meu medo funda-se no facto de na entrevista a que a seguir aludirei o senhor não ter falado como ministro das finanças mas sim como primeiro-ministro o que me leva a supor que o senhor se estará a preparar para seguir o percurso do professor de Santa Comba.
Avancemos, deixei de o ouvir, pelas razões que atrás refiro, mas acontece que fui visitar um amigo doente e acamado no dia em que o Senhor dava uma conferência de imprensa, creio que no passado dia 19 e lá tive que o escutar. No fim e após ouvir o comentário do meu amigo, que não reporto apenas porque não utilizo palavras de outros para dizer aquilo que pretendo, respondi ao meu amigo: Não me digas que estiveste a ouvir o “gajo” só para fazeres esse comentário?! Sorrimos os dois, porque o riso aberto já o senhor nos roubou.
Contrariamente ao que pensava a conferência de imprensa ficou a bailar-me nos ouvidos, a seguir, porque tenho gravado, fui ouvir as declarações do seu chefe (ou será o contrário?) feitas antes de ser primeiro-ministro, as declarações de Rafael Correa, Presidente do Equador na conferência realizada em Madrid na reunião entre os países Ibéricos e da América Latina e reler a tradução dum artigo que o senhor publicou no banco central europeu (Excess Burden and the Cost of Inefficiency Public Services Provision) no ano de 2006 (será que se lembra ainda do que então escreveu?) e tal agudizou a necessidade de lhe escrever e, o mais curioso é que a necessidade de gastar, ou perder, tempo com o senhor radicaliza nas mesmas razões que me levam a afirmar que não perco tempo com certas pessoas.
O senhor é arrogante: Só os arrogantes se afirmam donos da verdade absoluta e o senhor afirma e reafirma que o caminho que definiu é o único muito embora vozes autorizadas, até da sua área ideológica, digam que o caminho que o Senhor escolheu conduz o país, ou seja conduz os portugueses, ao precipício.
O senhor é incompetente: O senhor afirmou que com o orçamento de 2012, orçamento que me esbulhou de dois subsídios da reforma para que descontei durante 41 anos, o deficit das conta públicas ficaria nos 4,5% acordados com a troika, mais tarde veio afirmar que afinal o deficit ficaria nos 5% e agora já admite que mesmo esse objectivo não seja atingido. Só um incompetente comete tantos erros numa só operação. O Senhor afirmou e reafirmou que cumpriríamos metas e prazos, abjurando os que reclamavam a redefinição dos mesmos, para depois vir vangloriar-se de ter conseguido alteração das metas e dos prazos que, por pura incompetência, não atingiu. Mas o que revela ainda maior incompetência é o afirmar que uma “receita” que falhou redondamente em 2012 vai, desde que reforçada, produzir resultados diferentes em 2013.
O senhor é ignorante: Ignorante porque ignora a situação de miséria, aberta ou encapotada, em que já vivem mais de um milhão de portugueses e se prepara, com total indiferença, para aumentar o número de miseráveis do nosso país. Ignorante porque recusa as lições que a história nos dá, aconselho o senhor a ouvir as declarações do Presidente do Equador na cimeira Ibero-Americana. Ignorante porque não tira as ilacções que deveria tirar da situação grega. Ignorante porque não escuta as afirmações da directora geral do FMI.
O senhor é incoerente: Porque escreveu, no artigo que atrás refiro, em 2006 que “um estado eficiente podia reduzir para metade a carga fiscal” e está a duplicá-la, quando não a aumentá-la ainda mais. Eu vou recordar-lhe o que o Senhor escreveu sobre Portugal em 2006: “Em Portugal as receitas fiscais valiam 37,1% do PIB ou quase 60% do consumo privado. Se a provisão de serviços públicos fosse eficiente uma carga fiscal equivalente a 37,5% do consumo devia ser suficiente.”
Face ao que atrás ficou escrito, peço-lhe que ponha de lado a arrogância, a incompetência, a ignorância e a incoerência e preste um serviço a Portugal, demita-se e, se lhe for possível, leve também o resto do grupo que nos está a arrastar para o precipício.
No Alentejo, onde cresci e me fiz gente, ensinaram-me que se deve cumprimentar toda a gente, lembro-me de ouvir os mais velhos dizerem: “não se nega a salvação a ninguém”, mas, honestamente, não devo, não posso e não quero cumprimentar o ministro das finanças do desgoverno de Portugal.
Depois de terminar este escrito e antes de o reler estive a ouvir José Afonso que normalmente funciona como bálsamo para as minhas mágoas e ao escutar “O que faz falta é avisar a malta” decidi que esta carta será tornada pública no formato carta aberta.
A postagem anterior foi feita de forma a existir dificuldade na sua abertura por parte de alguns visitantes. Afim de corrigir essa anomalia, estou fazendo a colocação da mesma postagem, mas de forma diferente. Para abrir, clique no endereço a seguir:
Aos meus amigos visitante agradeço a atenção que me tem dispensado, principalmente no decorrer do ano que terminou, desejando-lhes um FELIZ 2013, repleto de SAÚDE PAZ E ALEGRIAS, extensivo a suas Famílias.
E hoje, para iniciar minhas postagens deste Novo Ano, tenho a satisfação de lhes proporcionar, principalmente a quem não assistiu ao vivo, uma demonstração de como foi a queima de Fogos na Praia de Copacabana, com duração de cerca de 13 minutos